Companheirismo no Casamento (4)

9 de junho, 2009

Hoje, nove de junho de 2009, fazemos 36 anos de casados. Acabo de ganhar as lindas flores das fotografias.

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O cartão diz: Querida Betty, Obrigado por 36 anos de felicidade! Solano

Enquanto isto, enviei a minha foto favorita de nós dois para uma amiga.

solanobettySolano e Betty, há tres anos, maio de 2006. Cada dia juntos é um presente de Deus.

Preciso me embelezar para sairmos juntos hoje à noite. (Ainda tenho que escolher um echarpe/xale/lenço para cobrir/proteger as marcas da minha cirurgia. Tenho dúzias, que nunca usava. Será que ainda me tornarei elegante com este novo hábito?)

Tenho dois posts quase prontos, continuando sobre “companheirismo no casamento”. Mas cadê tempo para completá-los?

Abs, Betty

Pós-Cirurgia de Tireóide (5) – Quase Conclusão (Espero!)

3 de junho, 2009

Fiz a cirurgia porque estava com bócio na glândula tireóide. Entretanto, olhando para mim, ninguém notava. Isto porque era “mergulhante”—os nódulos estavam crescendo para dentro e não para fora. Na segunda semana pós-cirurgia, entretanto, se você batesse o olho em mim (e soubesse falar “tireoidês”), você diria logo que eu estava com “bócio”. A área da tireóide continuava mais inchada do que nunca. E dolorida quando mexia com a cabeça. Doía quando bebia água e engolia, especialmente de manhã. O desconforto que estava localizado nas costas migrou para a frente, irradiando do local “mexido” para o lado oposto (o esquerdo agora). Era como se estivesse comprimindo músculos ou nervos. Imagino que era por isto que continuava muito rouca também. Afinal, devia estar igualmente “inflada” para dentro, quanto para fora. Apenas nas últimas três noites é que percebi que estava doendo bem menos para me virar de lado, e que estava “achando canto” sem problemas maiores.

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Flores recebidas alguns dias depois da cirurgia, com vaso e tudo, encomendadas, através da Internet, de Bangladesh

Mãe, damos graças a Deus que tudo correu bem com a sua cirurgia. O Lucas está ansioso para ver você e todo o resto de sua família brasileira… e nós também. Beijos dos seus filhos e do seu netinho. David, Taara e Lucas

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Pós-Cirurgia de Tireóide (4)

30 de maio, 2009

Quinta-feira, dia 28 de maio. Dia após o Retorno ao Médico

Ontem atravessei a rua e me consultei novamente com o médico que me operou. Coloquei um xale bem bonito (pashmina), presente da minha nora quando nos visitou de Bangladesh, para “enfeitar” meu pescoço. Por sinal, pode-se reconhecer que se está perto de um consultório de um cirurgião de tireóide se perceber um desfile de senhoras com xales, lenços ou echarpes “adornando” (escondendo ou protegendo) esta parte do corpo.

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Depois da minha consulta, pediram para eu esperar para assinar alguns documentos que ainda estavam sendo providenciados. Enquanto aguardava, várias pessoas entravam e saíam. Observei enquanto uma, bem arrumada, mais ou menos da minha idade,

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Pós-Cirurgia de Tireóide (3)

27 de maio, 2009

Terça-feira, dia 26 de maio (quase uma semana depois da minha cirurgia de tireóide).
mackflores2 Flores dos amigos do Mackenzie

Para quem está me lendo pela primeira vez, comecei falando sobre os meus problemas com a tireóide aqui, continuando aqui, aqui e aqui.

Estou melhorando diariamente. Devo retirar os pontos amanhã à tarde, na consulta marcada com o cirurgião, e conversar com ele sobre várias coisas que ainda me intrigam, preocupam ou incomodam.

Sabendo agora de uma prima que está se preparando para fazer a mesma cirurgia e de outra amiga que ainda precisa levar os resultados ao médico, resolvi tentar descrever a minha experiência.

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Com Cara de “Nanny McPhee”!

22 de maio, 2009

Ainda em recuperação da cirurgia de tireóide, ontem à noite estava sem conciliar o sono e, portanto, liguei a TV. Queria algo light, sem doenças, mortes, sangue, violência… Deparei com um filme infantil bem estranho, que nunca vi antes, estrelando Emma Thompson como uma babá encantada que vem ajeitar a casa de um viúvo com sete filhos nos tempos em que ainda existiam governantas e mansões. nanny_mcphee

O que prendeu a minha atenção, além do enredo bizarro, é que a minha cara pós-cirúrgica é bem parecida com a dela. Por alguma razão, os produtores do filme acharam de lhe dar um enorme dente lateral no lado de fora (além de várias verrugas). No meu caso, creio que rasgaram meu lábio inferior com os tubos durante a cirurgia e logo fiquei com uma imensa e comprida mancha branca (de pele em fase de renovação) no lábio inferior triplamente inchado. É só sorrir ou fazer beiço no espelho e, juro, pareço mesmo com a Nanny McPhee! Coincidência, não?! Nunca mais me esquecerei deste filme ou desta impressão! (Nanny McPhee—A Babá Encantada—2005).

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(Continua aqui)

Cirurgia de Tireóide—Atualização

21 de maio, 2009

Faz tempo que estou tentando criar uma Alegrias e Tristezas (2) mas ainda não consegui. Mas estou entrando rapidinho no blog para avisar que já fiz a cirurgia de tireóide anteontem, na terça-feira à tarde (dia 19 de maio). Foi tudo muito bem, os nódulos eram muito grandes mas os médicos tem quase certeza que não eram cancerosos, e vim para casa ontem à noite (quarta-feira). Estou sem nenhum sintoma preocupante mas ainda com bastante desconforto em lugares inesperados—para mim, com bem uma dúzia de cirurgias no currículo—o segundo dia sempre é o pior. Espero dormir bem e amanhecer melhor, o Senhor Deus permitindo.

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Flores dos amigos de Gutemberg Consultores

Fui (e estou sendo) coberta de carinho, orações, chocolates e flores. Tenho tantas coisas para agradecer. Espero descrevê-las melhor depois.
Abs, Betty

(Continua aqui)

Companheirismo no Casamento (3)

17 de maio, 2009

O Primeiro Casamento — Outras Reflexões

Na introdução desta série, contei que a essência do conteúdo sobre companheirismo no casamento havia surgido da palestra/bate-papo de uma reunião mensal com esposas de seminaristas, da qual participo como uma das coordenadoras. Mostrei que o relacionamento entre seres humanos é uma das maneiras planejadas e aprovadas por Deus para amenizar a solidão humana.

Na segunda postagem, comecei a explicar que o relacionamento conjugal é a maneira que Deus idealizou para o melhor convívio para seres humanas na terra. Fui para a história da criação de Adão e, depois, Eva, para demonstrar isto.

Mas vejam o que eu, de repente, descobri.

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Dia das Mães – 2009 (2)

10 de maio, 2009

Da última vez escrevi como mãe—do lado recebedor do Dia das Mães. Mas também sou filha e como tal saí, como todo mundo, para procurar presentes para minha sogra-mãe. Não é difícil agradar a Mamãe. Ela consegue apreciar o mero fato de um presente ter sido adquirido para ela—fica contente por ser lembrada, examina a embalagem e seus enfeites (tirando a fita durex com todo o cuidado, o papel sem rasgar e depois dobrando e guardando tudo cuidadosamente), preocupa-se que a gente “gastou dinheiro à toa”.

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Depois, ela vê beleza nos mínimos detalhes de cada presente. Entretanto, muito daquilo que recebe acaba sendo guardado numa gaveta por ser “bonito demais para usar” ou porque ela acha que, um dia,

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Dia das Mães—2009

9 de maio, 2009

Hoje nem é Dia das Mães ainda. Muitos ainda estão nos shoppings e nas lojas procurando presentes e presentinhos para sua mãe, sogra, avó…

flores2009

Mas eu já ganhei meu primeiro presente. Acaba de chegar na portaria do nosso prédio um lindo buquê de rosas—encomendado de Bangladesh—para mim. Junto veio um bilhete impresso por algum funcionário da floricultura.

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Companheirismo no Casamento (2)

9 de maio, 2009

Aprendendo com o Primeiro Casal

Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.—Gênesis 2.18

Alguns dias atrás, comecei uma série sobre “companheirismo no casamento” aqui.  No primeiro post, como introdução, falei sobre solidão e como até pessoas compromissadas com Deus, que sabem que são seus filhos e que oram e lêem a Bíblia, podem ter momentos em que se sentem abatidas e abaladas. Mostrei como o apóstolo Paulo relata um momento na sua própria vida em que o consolo e a alegria apenas retornaram com a chegada de um amigo (Tito) que, por sua vez, trouxe recados e relatos que transmitiam o carinho de outros amigos.

Concluímos, portanto, que Deus também costuma usar gente (outras pessoas) como canais das suas bênçãos, para preencher as necessidades e aliviar a solidão dos seus semelhantes.

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