Pós-Cirurgia de Tireóide (8)

Crônicas do Cotidiano > Pós-Cirurgia de Tireóide (8)

Comentando os Comentários

Overwhelmed

Continuo recebendo comentários aos meus posts sobre a vida durante e depois da cirurgia na qual removeram a minha tireóide, em maio de 2009, especialmente os do número quatro, onde já tem 54 comentários de 40 pessoas. Consegui responder a alguns de imediato, mas não pude, e não posso, responder a todos, individualmente, mas vou tentar mencionar uma boa parte aqui.

Existem pessoas como a Rosangela, que se recuperaram logo e/ou tiveram poucas seqüelas e nódulos benignos. Renata Lucena, depois de seis dias de operada, relata uma recuperação, que é o sonho de qualquer paciente. Ficamos contentes por ela. Outras, como Mara Élida, contam que ainda irão fazer a cirurgia e agradecem as “palavras incentivadoras”. Mas isto foi em junho – já deve ter sido operada.

Por outro lado, Marcilene tirou a tireóide há 15 anos, ainda sente dores, e quer saber por que. Sugiro que ela procure um endocrinologista (ou um clínico geral) para compartilhar seus sintomas. Enquanto isso, Rosane Costa escreve três dias depois de ter retirado um nódulo de 5 cm, numa cirurgia parcial. Está bem, mas preocupa-se com a volta da voz pois é cantora evangélica. Creio que, com o aumento nos casos de tireoidismo, este será um problema crescente para aqueles cuja voz é instrumento de trabalho, de prazer e de ministério. Entretanto, sendo evangélica, ela pode ter certeza que tudo contribui para o bem e que, se ela procurar se curvar à vontade dele, Deus lhe dará paz.

Ri um pouquinho com a introdução da Inokitas. Ela nos aconselha a não “correr logo feito loucos para pesquisar (na Internet) pois só colocamos macaquinhos no sótão”. Entretanto, ela deve ter feito uma pesquisa bem trabalhada para encontrar meu post número quatro e comentar nele.

Ao ler os comentários dela, pensei logo—esta senhora mora no Portugal ou em alguma ex-colônia portuguesa. Ela tem uma maneira tão bonitinha de se expressar…. Fui verificar e, realmente, o IP dela é de Portugal (portanto, Mônica, creio que o telefone do fonoaudiólogo dela não vai lhe servir em São Paulo!) A Inokitas fez a cirurgia há um ano e pouco e também sofreu bastante com a voz. O nódulo dela era enorme (mais de 10 cm) e para dentro. Portanto as suas cordas vocais foram esticadas e ela teve grandes problemas de falar no início. Teve que recorrer a uma terapeuta e diz que esta “ajudou-me rapidamente a ter uma vida normal. Dei por mim a apertar a barriga, a habituar-me a respirar com o diafragma… Por incrível que pareça a maior parte de nós não sabe respirar como deve ser, visto não exercitarmos o dito diafragma—o que nos obriga a encher a barriga de ar e não os pulmões… Também fazia vários barulhos sonoros para a voz voltar… Hoje, passado 1 ano e 3 meses, estou bem, falo que nunca mais me calo; noto que já não consigo cantar facilmente em agudos.”

Ela teve muitas dificuldades em engolir e beber água, mas estas também passaram. Foram “momentos de frustração e choro total”, mas “agora bebo como antes, muito mesmo…  Agora sempre que ‘tou cheia de sede e pego numa garrafa e bebo-a de seguida, me lembro dos 2 meses que tive esta dificuldade…

Creio que aquilo que escreveu nos ajuda a ver que, ainda que nem tudo sai como gostaríamos no início; com o passar do tempo e com certas iniciativas, muito pode melhorar. Suas palavras me incentivam a antecipar a procura por um fonoaudiólogo para fazer terapia de fala. Será que algum leitor ou leitora pode me indicar alguém qualificado na área de Higienópolis em São Paulo? Que, preferivelmente, atenda pelo convênio da AMIL…

A Ruth (que se operou no início de agosto deste ano) escreveu um mês depois com suas preocupações a respeito da cicatrização e o incômodo ao engolir. Também não sabe se tirou todo o tireóide. Iria voltar ao trabalho no dia 08 de setembro. Penso que ela deve pedir detalhes da cirurgia ao seu médico e procurar um laudo por escrito do diagnóstico original e daquilo que foi feito. No meu caso, o cirurgião escreveu um relato para me encaminhar à endocrinologista. Se os termos usados lhe forem desconhecidos, peça uma explicação, educadamente.

Sempre é uma boa idéia levar um caderno para o consultório médico. Antes, anote todos os sintomas que está sentindo e todas as perguntas que tem, pois, normalmente, alguns detalhes nos escapam na hora, quando estamos nervosas ou, especialmente, se o médico parecer estar com pressa. E vá anotando os pontos principais enquanto o doutor ou a doutora explica, para poder compartilhar o que foi dito com as pessoas que lhe são próximas, usando a terminologia exata. Se não entender o termo, peça com jeito para ele/ela soletrar ou anotar por você. (Hoje em dia, os mais avançados entre nós já se aproveitam do recurso de registrar no telefone celular ou outra engenhoca digital).

Andréa compartilha um problema que eu ainda não conhecia—o quelóide. Procurei o termo na Internet e vi que é uma dificuldade na cicatrização. É “uma cicatriz que não sabe quando parar de crescer”. Ele se caracteriza por uma cicatriz endurecida, que se eleva acima do nível normal da pele. Espero, entretanto, que seja apenas um susto, pois não fazia muito tempo desde que ela havia feito a cirurgia (18-08). Quando escreveu, ela ainda não havia recebido o resultado da biopsia.

A Márcia confessa que enrolou cinco anos para fazer a cirurgia e que tremia muito na hora de tomar a anestesia. Entretanto, agradece pelas coisas escritas no blog (que ela descobriu um pouco antes de sair de casa no dia em que se internou) e compartilha que “a cirurgia foi tranquilíssima”. Esperamos que a recuperação tenha sido boa, como também a de Ricardo, que tem a idade do meu filho mais velho, e é pai de uma filhinha, e que iria tirar o tireóide com um nódulo com “células perigosas”.

Uma outra Márcia compartilha que teve que fazer duas cirurgias em seguida porque descobriram que estava com câncer apesar de todos os indícios iniciais ao contrário. Primeiro ela tirou o lóbulo esquerdo e, depois, o tireóide inteiro. Ainda estava em recuperação quando escreveu e lutando com uma repentina rouquidão. Iria fazer uma laringoscopia por conta disto. Ainda não sabemos do resultado, nem dos passos seguintes receitados pelo médico.

A Catia tinha um monte de perguntas no dia 18 de agosto, que, espero, já foram respondidas pelo médico dela. Pela minha própria experiência, a cirurgia durou poucas horas, a internação foi de um dia e uma noite e repousei por mais ou menos uma semana (sem ficar na cama, apenas evitando carregar peso ou movimentar-me muito).  Demorei um pouco mais para poder dirigir. Talvez ela queira nos contar sobre os passos que já seguiu. A Carla, cujo marido iria fazer a cirurgia, queria saber se a minha anestesia foi geral. Foi.

A Camila fez a cirurgia há dois anos e ainda sofre de várias maneiras (cãibras, formigamento, alta dose de hormônio, voz). Pelo que fala, penso que devem ter mexido com as paratireóides dela. Mas ela diz que dá “graças a Deus por ter passado por tudo isso; aprendi muita coisa, a dar mais valor na minha vida, por exemplo”.

Vera Medeiros fez tireoidectomia total no início de julho. Estava em casa, ainda com dreno, e sem medicação alguma (cálcio, hormônio…). Só Tylenol para dor, que felizmente não tinha. Sua voz “por enquanto” estava normal. Perguntou em quanto tempo iria começar a tomar Synthroid? Retornaria ao médico no dia 13/07 para remoção do curativo e “orientações”. Queria saber se estava tudo dentro da normalidade.

Respondi mais ou menos assim: Olá, Vera:
Que bom que sua voz está normal! Estou quase com inveja! A minha continua rouca.

Temo em lhe dar algumas orientações que entrem no campo do médico, pois sou apenas paciente também. Na minha avaliação, entretanto, a sua cirurgia talvez possa ter sido parcial. Isto explicaria a falta de necessidade de hormônio. E, talvez, não precisaram mexer muito com as glândulas paratireóides e, portanto, não esperam que sinta falta de cálcio. Se você estiver sentindo-se bem, dê graças a Deus e não se perturbe. Entretanto, se você estiver muito preocupada, ligue para o consultório do médico e pergunte sobre seus temores. Faça antes uma pesquisa na Internet, jogando as palavras “tireóide” e “cirurgia”. Encontrará sites como este da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Depois me conte o que descobriu.

Alessandra estava com problemas na tireóide em 2006, engravidou e parou com os exames. Apenas recentemente voltou a fazê-los e confessa que está com medo de fazer a cirurgia. Não sabemos os resultados e se já marcou a data. E nem temos mais informações sobre a Josy que ainda estava na fase inicial dos seus exames.

Denise estava sofrendo muito. Ela já penava com os efeitos de um desequilíbrio hormonal antes, e parece que a cirurgia, em 15-05-09, não resolveu tudo do jeito que sonhava, apesar do tumor ser benigno. Ela se manifesta desejosa de receber o input dos leitores. Creio, entretanto, que não temos médicos/especialistas entre estes e sugiro, se não melhorou, que procure logo outras opiniões de especialistas na cidade dela, talvez recomendadas por pessoas conhecidas.

Marlene mora numa ilha dos Açores, no meio do Oceano Atlântico, e iria para Portugal retirar um único nódulo em Lisboa no mês de setembro. Espero que ela tenha alguns parentes ou amigos para fazer-lhe, ou que conseguiram fazer, companhia durante este período e que os funcionários do hospital conseguiram passar tranqüilidade e confiança para ela para logo-logo poder voltar à companhia da sua filha de 10 anos. Gostei que a leitora Joseanny parou para dizer-lhe umas palavras encorajadoras.

Num comentário anterior, a Joseanny compartilhou que sofria muito com os problemas de tireóide, com seu humor e com sua aparência e que, 40 dias depois de uma tireoidectomia total, “hoje só vejo flores em minha vida… Estou feliz…muito feliz…graças a Deus! E até agora ainda não consigo relatar minha história se não for com lágrimas rolando, como agora por exemplo. Pode até parecer exagero, mas quem enfrentou um problema como tal, sabe com precisão o que estou tentando passar aqui.” Isto apesar de continuar rouca. Ela também tem uma caixinha como a minha “para guardar os remédios pertinho do travesseiro”.

Ana Kelly Natali, de 35 anos, fez tireodectomia total em 22 de julho, quando se assustou com a descoberta de vários nódulos com células malignas de dois tipos. Esta mãe e esposa jovem ainda estava se recuperando das seqüelas da cirurgia e já se preparava para fazer a iodoterapia quando escreveu. Entendo que este é um processo bastante difícil, mas muito mais rápido e com chances de vitória bem maiores do que muitos outros tratamentos para câncer.  Oremos, portanto, por ela e por sua família nestes dias.

A Marge enfrentou um carcinoma e tem apenas uma corda vocal funcionando, mas superou tudo e diz que teve medo dos tratamentos mas “tudo foi bem tranqüilo (até demais!!)” Seu relato é encorajador e ela ainda sugere para Patrícia que use a pomada Contractubex para a cicatriz (no caso dela, “ficou bem clarinha e quase imperceptível.”)

A Adriana diz que está com a “tireóide dolorida” e pergunta como começou o meu problema.  Respondi que não senti dor no local. Foram os exames de TSH, T3 e T4 que acusaram o problema (referi-me a última parte do meu post, Alegrias e Tristezas). A melhor coisa seria procurar um médico se a dor persistir. Perdurando por apenas um pouco de tempo, eu não me preocuparia. Ela poderia, também, pedir para seu médico solicitar estes exames da próxima vez que fizesse alguma consulta.

Joseane também fez uma tireoidectomia total e escreve depois de uma semana (no dia 30 de julho), comparando aquilo que sentiu e sente com o que eu descrevi. Foi poupada de vários problemas, mas enfrentava rouquidão e queria saber se a minha voz voltou ao normal (como já disse, meu marido diz que, apesar do ceticismo dele, ela está quase normal). As punções pré-operatórias tiveram resultados benignos, entretanto ela ainda esperava o diagnóstico dos exames pós-operatórios em vários nódulos. Torço para que tenham sido negativos também.

No comentário dela, a Hozana pretendia fazer a mesma cirurgia no dia 14 de setembro, e compartilhou as suas incertezas e temores, especialmente porque já havia sido diagnosticado o câncer e, portanto, ela não podia esperar até janeiro quando o convênio médico dela lhe daria cobertura. Queria saber se algum(a) leitor(a) já se operou no hospital de Heliópolis. Minha resposta, compartilhando algumas coisas sobre o hospital e o tipo de câncer (papilífero) dela está aqui. Depois, ela escreveu novamente, agradecendo e compartilhando que a cirurgia foi adiada para o dia 24 de setembro e pedindo nossas orações.

Interagi também com a Maria Souza que iria fazer a cirurgia no dia 14 de setembro e  pediu orientações dos leitores sobre se deveria retirar toda a tireóide, tendo um “nódulo com células de Hurthle”. Eu ainda não conhecia estas células mas pesquisei e fiz algumas considerações aqui, falando também do seu médico, cujo nome aparecia pela segunda vez nos comentários (e já foi citado novamente depois).

A Ingrid pretendia tirar a tireóide no dia 6 de outubro por causa do diagnostico de carcinoma papilífero após uma punção. Ela se sentia “muita sozinha, e com medo de estar ficando paranóica”.

Respondi da seguinte maneira: Quando descobriram os meus nódulos, fui investigar sobre problemas com a tireóide e descobri que são muito mais comuns do que pensamos. E que muitas das minhas amigas e parentes estão em tratamento ou fizeram a cirurgia e eu nem sabia, porque estão convivendo bem. Minha cunhada me contou que toma um remédio bem parecido com o meu desde a sua adolescência (e ela agora tem 55 anos) e, na semana passada, uma amiga de muitos anos (que mora distante) também compartilhou que está tratando um desequilíbrio hormonal causado por disfunção na tireóide, com sucesso, há uns dez anos.

Entretanto, sei que o susto pode ser grande. A melhor coisa para fazer é aproveitar a ocasião para repensar a sua vida, as suas atitudes, prioridades, relacionamentos. Confie no médico e converse com outras pessoas. Você poderá ficar impressionada quando descobrir quantas lidaram ou que estão lidando com doenças tireoidianas. Assim você não se sentirá tão sozinha. Ainda que o nódulo seja canceroso, saiba que muitos cânceres de tireóide (a maioria) respondem bem aos tratamentos e tenho a impressão que o papilífero é a “melhor” de todos (o menos maléfico).

Seguem alguns sites que podem lhe dar mais informações sobre a tireóide, sua função e doenças. Vale a pena se informar, pois assim você desfará alguns mitos ou conceitos errôneos e pode se preparar melhorar. Creio que sentirá menos medo também.

http://www.indatir.org.br/a_tiroide.htm
http://saude.abril.com.br/especiais/tireoide/tireoide.shtml

Espero que isto ajude. Fique calma. Faça a cirurgia e nos conte depois como foi.

O Mário está preocupado com o fato da esposa começar a sentir “forte comichão” nas pernas, braços e cabeça depois de dois anos. É possível que o “especialista” tenha razão sobre a causa não ser o hormônio sintético. Entretanto, deve existir uma causa e sugiro que eles procurem um clínico geral para orientá-los sobre que tipo de especialista consultar. Se fosse logo depois da cirurgia, eu pensaria nas paratireóides. Agora não sei. Mas vale a pena pesquisar. De repente, a solução é algo bem simples e ela será grandemente aliviada…

A Mônica deve já ter feito a remoção total. A punção já mostrou câncer mas ela está encorajada com as chances de cura deste tipo e escreve palavras encorajadoras enquanto expressa seus temores. É bonito ver alguém declarar que ama seu marido depois de várias décadas de companheirismo. Estamos torcendo por você, Mônica, e esperando a continuação do seu relato. A Maria Salomé também está com medo mas agradece as informações.

Creio que a Noemir ainda não leu meus outros posts porque pergunta algumas coisas que já respondi. Está feliz porque a suspeita de câncer (via punção) não se concretizou. Sim, Noemir, a rouquidão é um problema para alguns de nós, mas eu esperaria mais algum tempo antes de me preocupar. Depois de quatro meses, eu ainda noto melhoras significativas, lentas, mas certas. A respeito da dor no pescoço, se não passar, consulte um clínico geral, descreva exatamente o que sente, e ele deverá lhe encaminhar para o médico que poderá lhe ajudar. É bem possível que as suas queixas não tenham nada a ver com a dosagem do hormônio, exceto a ansiedade se for algo muito diferente do seu jeito normal de ser. Entretanto, muitas pessoas com problemas de tireóide conseguem um equilíbrio emocional muito melhor com o tratamento adequado.

Outra Mônica fez uma cirurgia parcial e não precisa tomar hormônios. O problema dela, depois de sete meses, ainda é com a voz. O otorrino sugeriu outra cirurgia, desta vez nas cordas vocais, mas ela escreve, aliviada e feliz, que foi ver o cirurgião e que este sugeriu que fizesse fono. Vá em frente, moça, mas como já comentei lá em cima, não espere por Inokitas lhe passar o telefone da pessoa que ajudou com a voz dela, pois ela mora bem, bem longe da gente. A Priscila, 1 mês e 15 dias depois da retirada de um módulo, também foi passada para um fono porque sua voz “quase não sai.”

Pronto, vou parar por aqui. Parece que gastei mais tempo inserindo os links aos comentários e artigos, do que respondendo aos comentários. Mas espero que este ajuntamento de pensamentos e interações dos leitores com as minhas respostas possam servir para aumentar o conhecimento de vocês e de encorajamento para aqueles que ainda passam ou passarão por esses procedimentos.

Até a próxima. Betty

352 Comentários a “Pós-Cirurgia de Tireóide (8)”

  1. Carlos disse:

    Retirei a tireóide total foi tudo bem com a cirurgia mas tive uma falta grave de potássio fiquei sem força nem uma não parava em pé .já faz sete dias e a tremedeira não passa estou tomando os remédios e normal ficar tremendo mesmo depois de retirada

  2. betty disse:

    Olá, Carlos. Não sou especialista e realmente não sei porque você ficou com “uma falta grave de potássio”. Muitas vezes, as pessoas ficam com falta de cálcio porque os médicos mexeram com as glândulas para-tireóides enquanto procuravam remover todo o problema relacionado com a tireóide. Isso causa cãibras e formigamentos e normalmente se resolve em pouco tempo com a administração de doses de cálcio, conforme o grau do problema.

    Creio que será bom retornar ao seu médico, um clínico geral ou um endocrinologista para uma avaliação. Ou um Pronto Socorro, se não conseguir neste tempo de feriado.
    Que Deus o abençoe, permitindo logo um retorno a “normalidade.”
    Abs, Betty

Deixe o seu comentário

Crônicas do Cotidiano > Pós-Cirurgia de Tireóide (8)